Há quem acredite em bruxas, em feitiços, em maus olhados ou no azar... Todos estes prejuizos podem muito bem alimentar a mente de qualquer um. E ocorrem quando uma pessoa se encontra numa fase menos boa, quando o que muito se deseja não se concretiza ou quando nada corre segundo planos ambicionados. É importante saber que nem sempre os astros estão alinhados, que nem sempre as vontades se encontram de feição. E isso leva ao desespero e aos pensamentos mais negros que a solidão, o desespero e a tristeza pode alimentar a mente de cada um.Mas ainda assim, não é demais pensar que as vontades têm de ser concretizadas por duas pessoas, ainda que se pense o azar pertencer a um unico ser. De facto, a uma unica pessoa está conferido esse destino. Tudo porque o medo pode invadir num instante, porque os planos traçados não se concretizam como se ambicionam, porque as pensamentos estão virados para momentos menos positivos.Há que lutar. Há que pensar que as coisas nem sempre são tão negativas. Há que acreditar em coisas positivas. Há que afastar os pensamentos maus. Há que acordar pela manhã e julgar que tudo sairá de feição. Há que colocar um sorriso nos lábios e crer que os dias bonitos de sol são para todos. Há que virar a página.
Nada como mostrar mais uns pensamentos num local onde possa extravasar... hehehe Deste feito, posso descarregar fustrações, pensamentos, passagens minhas, coisas que são importantes e que me dizem respeito...
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Bruxas, bruxarias e bruxedos
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Conversas chatas
O que nos faz ter impaciência? Muitas vezes, quando alguém nos está a falar, sem cessar, ficamos irritados e vem-nos à mente que gostaríamos que não nos aborrecessem ou simplesmente que deveríamos estar noutro lugar, a fazer o quer que seja. Mas porque é que, de repente, não temos vontade de ouvir ou de estar com determinadas pessoas? A paciência de cada um pode ser diminuta, pode-se estar com a cabeça noutro lugar ou ter preocupações que, à esfera, dizem só respeito a cada um, simplesmente porque a pessoa em questão nos irrita ou porque o tema nos aborrece.
No entanto, e como vivemos em sociedade, tentamos agradar a todos e com isso mostrar que se é bem educado. Infelizmente, e para não desagradar quem está a conversar, temos de a respeitar e fazer um esforço para não ser desagradável.
Todos temos esses momentos. E quando a paciência chega a um limite, simplesmente afastamo-nos ou mostramos que nos encontramos entediados, inventamos desculpas para nos desmarcarmos, ou iniciamos outra conversação para diluir a que estava em curso.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Maria Gadú
Eis uma cantora brasileira que me cativou só pela imperfeição do francês, pela Rádio Marginal e por adorar a sua voz. Vai estar por cá no dia 11 de Março. Hummmm
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
O medo
O receio que cada um tem em voltar a falhar, em não corresponder ao que se pretende, ao de ser chato ou aborrecido com outros, faz de cada um de nós um elo mais fraco. Em determinadas alturas, queremos agradar tanto alguém que tomamos atitudes que são tidas como maçadoras. A partir do momento que perdemos o norte e tentamos entender o que se está a passar à nossa volta, assola-nos o medo, a descrença, os mitos e os poderes sobrenaturais. Se todos dizem que as bruxarias não existem, então porquê agarrar-nos a mezinhas, a santos, a milagres, a pedidos a alguém ou a algo que não conhecemos? E será que não existem mesmo? Será que a maldade que alguns alimentam ao longo do tempo não virá interferir na felicidade de outros? Toda esta temática leva ao cansaço, à descrença, à frivolidade que, aos poucos, cada pessoa vai construindo à sua volta e sobre si próprio. Deixa-se de acreditar. Leva-se a vida sem um rumo positivo. Ri-se do caminho que cada tropeço nos é dado como desafio.Como se sai dessas crenças? Alguém tem solução? A mim ocorre-me que a única forma de mudar este estado é vencer o medo, pois é esse que nos obriga a pensar, a fazer filmes, a ser negativo. O medo faz recuar as pessoas, levá-las ao ciume, à tristeza, ao ódio. O medo tem um poder muito forte. Há que combate-lo com todas as forças, ainda que nem as tenhamos. Há que voltar a acreditar que é possível ultrapassar esse obstáculo. Quando as coisas não correrem como desejamos, passemos em frente, voltemos a cair para depois nos erguermos. Uma coisa é certa, o medo não nos pode vencer. Há que acreditar que tudo tem o seu tempo.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Os percalços
Há erros que se cometem e que, após momentos de lucidez, deparamo-nos com a dura realidade da consciência e do peso que ela acarreta. Muitas vezes essa realidade faz doer, fere, envergonha, mostra que nem sempre se tem o controlo das coisas. Por assim dizer, o desafio é colocado e voltamos ao ponto de analisar todos os procedimentos tomados até aqui.A análise faz parte dos que querem evoluir. dos que desejam entender as razões dos outros. Enfrentam-se os percalços e pondera-se sobre toda a conjuntura. Volta-se com passos atrás e reflecte-se, para depois voltar a erguer o espírito e continuar as vidas monótonas.Em causa aqui são os momentos de loucura, pois são esses que muitas vezes nos fazem reflectir. Muitas desses momentos são até tidos como saudáveis, pois estes são o que são, momentos de loucura, de rebeldia, em que tudo é permitido. para depois voltar à calmaria e se seguir com a vida idealizada.Não creio que seja prejudicial sair da rotina, ser ousado quando não se é, fazer algo que até então nunca se tenha feito, mas desde que sejam estabelecidas regras à priori. Será importante enquadrar aqui a ideia que todos e cada um têm as suas próprias regras e estipula ele próprio os seus limites, não tendo por isso que chocar com as crenças de outros. Mesmo que se tenha uma opinião sobre determinado aspecto ou vivência, esta vale o que vale: é uma opinião. Cada um segue o caminho que deseja, seguindo só o seu trilho, ao ritmo que mais lhe convém. Deve-se simplesmente aceitar visões e vivências diferentes. Todas elas ajudam o implicado a evoluir.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Coragem inquebrantável
Após uns dias de ausência, estive a reflectir sobre a Coragem Inquebrantável.
Essa coragem é reservada aos mais fortes, aos que se dizem directos e sem receios, sem rodeios. É uma coragem que, independentemente do resultado que possa daí advir, mostra a vontade e a opinião inflexível que cada um usa.
Agora, nem todos têm essa coragem... Uns poderão esconder-se por detrás do politicamente correcto, da timidez certa, do medo da aceitação dos outros, ou até da presunção de serem demasiado assertivos e mostrarem-se donos de uma verdade,ainda que sua. Ainda assim, e em todos estes exemplos, a coragem está presente. No fundo, é o que todos desejamos: ter coragem de dizer, de fazer e de agir segundo os valores que acreditamos.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Falta de lucidez
O calor das coisas pode levar-nos a acreditar em algo possível, em pequenos momentos... Um dia, queremos, no outro, já não... Deixo-me levar pelo calor do momento, até que me sature. Depois, paro, penso e vejo que não é isto que procuro. Não importa... foi um momento. Uma falta da lucidez... Sigamos em frente.